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Leishmaniose canina: o que é?

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A Leishmaniose visceral canina (LVC), também conhecida como calazar, é uma zoonose, ou seja, atinge os animais e os humanos. Essa doença é transmitida através da picada de um mosquito, popularmente conhecido como “mosquito-palha”. 

Existem dois tipos de Leishmaniose: a cutânea e a visceral. Porém, quando falamos em pets, a mais comum é a visceral, já que o animal não é o hospedeiro preferencial do outro tipo da doença. Por isso, procure ficar atento às formas de prevenção e tratamento da Leishmaniose. 

Quais são os principais sintomas da Leishmaniose?

Os principais sinais clínicos que estão associados a Leishmaniose são: 

– Falta de apetite e perda de peso; 

– Lesões localizadas na face, orelhas e coxins; 

– Descamação na pele; 

– Queda de pelo ao redor dos olhos; 

– Crescimento exagerado das unhas; 

– Sangramento nasal. 

Além dos principais sintomas, o animal infectado pela Leishmaniose pode apresentar outros sinais clínicos que merecem atenção do tutor. Por exemplo: vômitos, diarreia, febre, uveíte ocular, conjuntivite e icterícia. 

Ao identificar qualquer um desses sinais clínicos, procure levar o seu pet para uma consulta com o Médico Veterinário de sua confiança. A Leishmaniose é uma doença que pode comprometer a imunidade do cão e seus órgãos. 

Como é feito o diagnóstico da doença?

A única maneira de saber se o pet foi infectado pela Leishmaniose é através de uma consulta com o Médico Veterinário. Assim, o profissional poderá fazer uma avaliação clínica do paciente e solicitar exames para estabelecer um diagnóstico da doença. 

Normalmente, o diagnóstico é feito através de exames de sangue, punção de medula óssea e sorologias, como por exemplo, o PCR.

Qual a melhor forma de prevenir a Leishmaniose?

Quando falamos em prevenção, o objetivo principal é impedir que o animal seja picado pelo mosquito transmissor da Leishmaniose. Então, é recomendada a utilização de repelentes em formas de spray e pipetas, além de coleiras que devem ser orientadas pelo Médico Veterinário. 

No Brasil, a doença também também pode ser prevenida com a vacina “Leish-Tec”, que possui de 92% a 96% de proteção individual.